Cyclones-Sanitop no Campeonato Nacional de Corta Mato Curto

14 de Março de 2011

A equipa dos Cyclones Sanitop conseguiu atingir um dos grandes objectivos da época 2011. Em Vila Nova da Barquinha, no passado Sábado, dia 12 de Março, disputou-se o Campeonato Nacional de Corta-Mato Curto, tendo a equipa Sénior masculina dos Cyclones Sanitop conseguido o 3º lugar colectivo, graças à excelente prestação de Hélder Santos, que terminou a prova no 4º lugar e José Moreira que foi 8º. Depois fecharam a equipa os atletas Heitor Oliveira, Leonel Fernandes, José Costa, João Pires, Hélder Pereira, Diogo Machado e João Rodrigues.

Com este resultado os Cyclones Sanitop concluem a época de Corta-Mato em grande plano, antevendo-se bons resultados para o que resta da época nas provas de estrada e pista ao ar livre.


Entrevista à revista “Portugal Inovador”

10 de Março de 2011

A Sanitop é uma empresa sediada em Viana do Castelo que se expandiu para todo o país e que apresenta uma história de 17 anos de crescimento e inovação contínuos. É líder do sector no mercado português de material sanitário e de climatização, tanto no volume de negócio como na cobertura do território através dos seus 15 centros de atendimento a profissionais. No início do projecto, em 1993, a empresa nasceu apenas com o casal Johan Stevens e Elisa Carvalho, ele belga e ela portuguesa. Seis meses depois foi admitido o primeiro colaborador. Seguiu-se uma história de crescimento contínuo correspondente à duplicação do volume de vendas e de empregos criados em cada período de três anos.

Hoje emprega cento e oitenta pessoas. Possui certificação de qualidade e está em processo de certificação de responsabilidade social. Há dois anos, Johan Stevens, recebeu a Distinção Profissional do Rotary Club de Viana do Castelo e foi distinguido no âmbito do Alto Minho Business Awards 2008, com o Prémio Empreendedorismo. É membro do Conselho Consultivo da APCMC e Presidente do Conselho Fiscal da AEVC. É, também, membro do Conselho Económico e Social da Câmara Municipal de Viana do Castelo. No final de 2010, a Câmara de Comércio Luso-Belga-Luxemburguesa atribuiu à Sanitop o Prémio Torre de Belém, mais um reconhecimento pelo bom desempenho da empresa.

A Sanitop mantém níveis de crescimento notáveis, sempre de dois dígitos, e tem reforçado ano após ano a sua quota de mercado, por isso, perguntamos ao seu fundador e director geral, Johan Stevens, como consegue estes resultados. A resposta foi concisa e directa: “Estabilidade e motivação da equipa, associadas a uma estratégia partilhada por todos.” – e continuou – “Quando nos definimos através da missão da empresa com a ambição de sermos reconhecidos pelos profissionais como o melhor parceiro em sistemas sanitários e de climatização, procuramos estar todos alinhados nesse sentido. E esse é um ponto de partida fundamental! Depois, é necessário inovar constantemente, nos processos, nas soluções técnicas, no relacionamento com o cliente, etc. E convém ter presente que os bons resultados não podem ser um constrangimento a melhorarmos tudo quanto possa ser melhorado! Há sempre muito a melhorar para contribuirmos para o sucesso dos nossos clientes.”

Inovação realmente tem sido uma constante na história desta empresa. A propósito, Johan Stevens falou-nos da importância crescente das energias renováveis e alternativas na actividade da Sanitop. “Não são uma moda. Vieram para ficar! Correspondem à consciência actual sobre a necessidade de encarar os recursos energéticos com a perspectiva da sustentabilidade e agir sobre as causas do aquecimento global. A Sanitop desenvolveu nos últimos anos uma gama completa de produtos de climatização ajustada a esta realidade. Temos tido também um papel muito significativo na formação dos profissionais de instalação e projecto para estarem aptos a desenvolver este sector. Um décimo dos profissionais credenciados oficialmente para instalar energia solar térmica para água quentes sanitárias foi formado pela Sanitop em parceria com o Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação (INETI)” – e prosseguiu com uma das suas últimas iniciativas, a Academia Sanitop – “é a evolução natural deste trabalho. Considerámo-la a grande aposta da empresa no futuro. Acreditamos que vai influenciar de forma decisiva o futuro do sector. A inauguração do primeiro Centro de Formação Prática e Teórica em Viana do Castelo, no final de 2010, foi apenas o primeiro passo, merecendo uma celebração especial que contou com a presença do maestro António Victorino d’Almeida.


Treinador dos Cyclones Sanitop não venceu a corrida contra o cancro

5 de Julho de 2010

Após longo período de hospitalização, Paulo Ferreira, de 41 anos, treinador da equipa sénior dos Cyclones Sanitop não conseguiu vencer o cancro que lhe fora diagnosticado há alguns meses atrás.

A triste notícia foi recebida na passada 5ª feira, dia 1 de Julho. O funeral foi realizado este sábado, debaixo de um clima de grande consternação, no adeus a um homem exemplar.

De corpo franzino, mas com uma personalidade muito forte, Paulo Ferreira dedicou grande parte da sua vida ao atletismo. Actualmente treinava vários atletas da equipa sénior dos Cyclones Sanitop, com destaque para José Moreira, que irá competir em Agosto na Taça da Europa da Maratona.

Homem dedicado e altruísta, Paulo Ferreira acompanhava sempre os seus atletas. Fica a sentida homenagem de todos os atletas e dirigentes dos Cyclones Sanitop.

Manuela Machado


Entrevista à revista da APCMC sobre a política ambiental da Sanitop

15 de Abril de 2010

A Sanitop integra uma grande e diversificada equipa, orientada para as diferentes necessidades profissionais nas seguintes áreas: Sistemas para instalação “Sanitop Sistemas”; Aquecimento, energia solar e ar condicionado “Sanitop Climatização”; e Equipamentos sanitários/decorativos “Sanitop Collection”. Johan Stevens, director geral da Sanitop em entrevista à revista “Materiais de Construção”, fala das questões ambientais adoptadas pela empresa.


QUAL A POLÍTICA DA EMPRESA RELATIVAMENTE À CONSERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE?

A Sanitop assume nos seus valores como empresa a responsabilidade social e ambiental. E não se trata apenas de boas intenções. Desde há muito que nos preocupamos com a triagem dos resíduos que produzimos e os entregamos a operadores licenciados. Gerimos a reutilização de paletes e caixas de cartão. Reutilizamos papel impresso. Realizamos campanhas de sensibilização internas para reduzir o consumo de água de energia e de papel. Estamos a estudar a viabilidade da optimização do impacto ambiental da nossa frota automóvel.

Isto no plano da própria organização interna. Todas estas acções vão ser integradas na certificação de responsabilidade social a que estamos a candidatar-nos este ano. Mas esta politica preocupada com o ambiente também tem expressão na oferta de produtos e soluções que a empresa apresenta ao mercado. A Sanitop como líder no sector tem consciência da contribuição que lhe cabe no combate às alterações climáticas e na defesa do ambiente.

CONSIDERA QUE O CONSUMIDOR É HOJE EM DIA MAIS SENSÍVEL A ESTA TEMÁTICA? DE QUE FORMA?

É óbvio que sim. Cada vez é maior o número de pessoas que tem consciência das repercussões ambientais nas escolhas de consumo que realizam. Acaba por ser um dado muito valorizado no momento da decisão. E esta é uma excelente tendência de consumo que veio para ficar.

QUE TIPO DE PRODUTOS COMERCIALIZAM QUE RESPEITEM O MEIO AMBIENTE?

A Sanitop actua em três áreas de produtos: climatização, sistemas sanitários e equipamentos sanitários c/ componente decorativa. Em todas elas aprofundamos a gama com opções amigas do ambiente e fazemos um trabalho de formação junto dos nossos colaboradores e clientes profissionais para expandir essas escolhas.

Na climatização, com sistemas solares, bombas de calor, caldeiras de biomassa, de alto rendimento e baixa libertação de dióxido de carbono, etc. Aqui importa baixar a emissão de CO2 e reduzir também o consumo de recursos energéticos fósseis, sem perder de vista o conforto das pessoas. Em sistemas sanitários, com soluções de separação de gorduras ou de hidrocarbonetos, entre outras.

Em equipamentos sanitários, com múltiplas soluções para economizar água, que passam pela tecnologia e pelo design. O tratamento da água e a economia de consumo são nestas duas áreas de produto preocupações centrais.

EXISTE ALGUMA POLÍTICA AMBIENTAL APROVADA PELA EMPRESA, COM OBJEC TIVOS DEFINIDOS E METAS AMBIENTAIS QUANTIFICADAS?

Estamos com um processo de certificação de Responsabilidade Social em curso, que abrange as temáticas ambientais também. Por isso, iniciamos recentemente o levantamento dos indicadores com que vamos medir a nossa evolução futura.

QUE TIPO DE ANÁLISE FAZ DO SECTOR DA CONSTRUÇÃO ACTUAL E QUE MEDIDAS CONSIDERA SEREM IMPORTANTES TOMAR?

A nova legislação trouxe exigências positivas. Mas pensamos que só daqui a alguns anos se vai sentir um alcance mais significativo destas mudanças. A retoma do sector, que deverá acontecer a partir do crescimento da reabilitação associado às novas condições térmicas e energéticas a que os edifícios terão que responder, trará uma nova lógica para o sector da construção. São necessários estímulos políticos para dinamizar esta retoma. Criar condições para expandir e tornar sustentável o mercado de arrendamento é um dos caminhos a abrir neste sentido.

ESTANDO A ECO-EFICIÊNCIA MUITAS VEZES LIGADA À SUSTENTABILIDADE, PODERÁ SER ESTE UM NOVO MEIO DE AUXÍLIO DE RECUPERAÇÃO DO MERCADO? PODERÁ RELANÇAR DE ALGUM MODO O INTERESSE EM FAZER OBRAS EM CASA?

A necessidade da eco-eficiência e uma nova consciência sobre a utilização do território são realidades incontornáveis. Vão fazer com que as pessoas olhem para o que está construído com um olhar diferente. As obras de adaptação aos novos padrões ambientais e de conforto vão ser encaradas à medida que as pessoas adquiram capacidade financeira para as fazer.

EXISTE ALGUMA NOVIDADE RECENTE OU PREVISTA FUTURAMENTE QUE GOSTASSE DE DIVULGAR?

Em média, as casas de banho consomem 35% da água gasta numa habitação. Com algumas pequenas medidas, uma família de 4 pessoas, pode facilmente reduzir o consumo em 140 mil litros sobre um consumo médio de 650 mil litros gastos anualmente. Num ano podemos poupar: 1.000 litros substituindo uma torneira que pinga uma gota por segundo; 20.000 litros se os quatro membros da família reduzirem em 1,5 litros em cada duche; 146.500 litros se forem utilizadas as torneiras com cartuchos ecológicos, possibilitando a regulação de caudal e temperatura em simultâneo; 23.000 litros se forem aplicadas loiças sanitárias de última geração com cisternas de descarga dupla de 2,5 / 4 litros.

Com estas preocupações, a Sanitop apresenta em 2010 soluções tecnológicas inovadoras nas marcas VITRA, KWC, HANSA e KALDEWEI.

Em relação às reduções de consumo, importa realçar que não basta reduzir a capacidade do tanque ou cisterna, é necessário desenvolver características técnicas na própria loiça para que a descarga seja realmente eficiente.

Quanto às torneiras, os cartuchos ecológicos Hansa foram os primeiros no mercado a combinar poupança de água e de energia. Também a KWC apresenta este ano um novo cartucho na série AVA, com a tecnologia coolfix - smart energy saver tm, explorando um novo paradigma de utilização do monocomando, orientado para a economia energética.


Entrevista da revista Materiais de Construção a Johan Stevens

28 de Maio de 2009

 

STP013JSTblogueA Sanitop iniciou a sua actividade em 1993 em Viana do Castelo. Passados dezasseis anos, com crescimentos anuais sempre superiores a 20%, é uma empresa de referência em todo o país, especialmente nos sectores de material sanitário e de climatização.

Em entrevista à revista “Materiais de Construção”, Johan Stevens, director geral da Sanitop, analisou o mercado e descreveu-nos as vantagens em apostar em energia solar térmica.

Como analisa o mercado actual da construção e que medidas considera importante tomar para promover a sua retoma?

O mercado da construção está na confluência de três realidades que, conjugadas, tornam o momento especialmente difícil. Por um lado, o acerto para níveis sustentáveis da nova construção: a febre de construção dos anos noventa, associada ao crédito à habitação comercialmente muito agressivo, deu uma dimensão artificial e insustentável ao mercado. As consequências deste acerto têm-se feito sentir a ritmo acelerado, de há alguns anos para cá. Nos últimos três anos a quebra no número de novas construções desceu praticamente para metade. E este é um processo sem retorno. Um país com dez milhões de pessoas e mais de cinco milhões de casas não pode continuar a “semear” novas construções pelo território.

A segunda realidade resulta da actual crise global de confiança no sistema financeiro, que afecta a economia real provocando um compasso de adiamentos e hesitações em todo o tipo de iniciativas em muitas áreas da economia e muito especialmente nas relacionadas com o sector imobiliário.

A terceira realidade diz respeito aos mercados da reabilitação e da renovação: estas áreas de intervenção constituem em muitos países da Europa oitenta por cento do negócio do sector, mas em Portugal continuam incipientes. Por isso, pensamos positivas todas as políticas que promovam a revitalização dos centros urbanos. Bem como a recuperação de espaços rurais associados a novas dinâmicas económicas, ligadas às culturas locais mas com atracção global. A criação de condições para aceder a melhores padrões de conforto da maioria das pessoas. Todas estas políticas são fundamentais para a retoma que se deseja no sector da construção.

Importa contudo, não dramatizar a actual situação para além do razoável e olhar com alguma atenção para aquilo que outros países estão a fazer com resultados positivos.

Quando invocamos algum excesso de dramatização, referimo-nos concretamente à ideia que se generalizou sobre o peso da desvalorização imobiliária em Portugal. É verdade que estes bens sofreram alguma desvalorização, nas actuais circunstâncias de acerto de mercado e de crise, mas quem investiu na sua casa em Portugal, na maior parte dos casos, mantém património seguro e valorizável a prazo.

Quando falamos em olhar para outras experiências, estamos a pensar por exemplo no caso belga que conhecemos melhor e que, no meio de muita instabilidade governativa, conseguiu resultados interessantes nestas áreas. Em relação à renovação, o estado belga promoveu-a através de um mecanismo fiscal simples: IVA reduzido ao mínimo e dedução no IRS dos juros dos respectivos créditos, para todas as despesas relativas à renovação de casas com mais de 20 anos. Sobre a economia energética e o impacto ambiental nas edificações, também associaram a classificação térmica e as opções energéticas dos edifícios a benefícios fiscais aliciantes.

É neste sentido que nos parece que devemos caminhar. Porque a retoma no nosso sector é muito importante para contrariar o verdadeiro drama social que é o desemprego crescente.

Quais as vantagens para apostar em energia solar térmica?

São muitas as vantagens. Destacamos a contribuição para reduzir o aquecimento global. Trata-se da maior ameaça ecológica que a humanidade enfrenta. Com esta opção não acrescentamos CO2 à atmosfera.

Ao utilizarmos a energia solar térmica, reduzimos o consumo de gasóleo, gás, ou outros recursos energéticos de origem fóssil. Energias poluentes e com reservas limitadas. Energias que quando a retoma da economia mundial se afirmar voltarão inevitavelmente a subir de valor, de acordo com os novos padrões de procura.

Mas é desde já, também, muito significativa a vantagem económica. Um bom sistema solar térmico, bem projectado e bem instalado, reduz muito o consumo energético. É um investimento com retorno efectivo em poucos anos.

Que tipo de soluções possuem para o mercado profissional?

E para o mercado doméstico? A Sanitop disponibiliza aos profissionais todos os equipamentos e materiais para todas as situações possíveis, no que respeita a solar térmico: colectores, termoacumuladores, grupos hidráulicos, bombas circuladoras, bombas de calor para AQS, sistemas de controle, etc.

Que cuidados devem ser tomados no momento de aquisição de um aparelho solar térmico?

Antes de mais, importa deixar claro que não estamos a falar de um electrodoméstico! Estamos a falar de soluções técnicas que devem ser aconselhadas e acompanhada por profissionais competentes.

O primeiro passo é, sempre, analisar as características da habitação e as outras soluções térmicas já instaladas – caldeiras, esquentadores, radiadores, convectores, etc. -, compreender o tipo de família e o seu estilo de vida na utilização da habitação. Após esta análise inicial, é necessário determinar a melhor solução integrada, que através de bons equipamentos de regulação dê as melhores respostas em conforto e economia para cada caso específico. Há em Portugal cerca de 3.000 instaladores credenciados com CAP para fazer este trabalho.

Um bom sistema solar térmico necessita de bom projecto, bom equipamento e boa instalação. Primeiro – uma avaliação inicial realizada por profissionais, que dê lugar a uma proposta correcta (usando alguma liberdade na expressão, poderemos designar por um bom “projecto”). Segundo – bons equipamentos. E neste campo importa esclarecer que não basta que estejam certificados. Esse é o requisito mínimo. Os equipamentos certificados não têm todos o mesmo rendimento. Por exemplo, os equipamentos que foram fornecidos pelo programa solar do governo, até agora, estão longe dos que possuem melhores rendimentos e que se posicionam com preços idênticos ou até inferiores. Terceiro – boa instalação, realizada por profissionais habilitados para o efeito. Orientados para a confiança do cliente, nunca para a instalação a granel.

Que tipo de manutenção têm estes aparelhos? Que garantias oferecem para quem escolhe um produto vosso?

A manutenção adequada é uma rotina anual efectuada por um instalador profissional. A Sanitop possui três marcas de colectores – Insuatherm (marca própria), Wolf (fabrico alemão) e Riello (fabrico italiano) – todas com certificação europeia, a garantia máxima prevista na lei e dos melhores rendimentos do mercado.

Que expectativas têm para este ano, em termos comerciais? Considera que as pessoas estão receptivas à compra destes equipamentos?

No nosso caso, da Sanitop, vamos continuar a crescer. Porque, aos bons equipamentos, acrescentamos o desenvolvimento de parcerias leais com muitos dos melhores profissionais de instalação. Mas olhamos com preocupação para as consequências no sector do programa solar térmico do governo. Preocupa-nos que seja negado, aos que quiserem beneficiar da comparticipação do estado, o direito de escolher o melhor equipamento e o melhor instalador. Com esta iniciativa a livre concorrência é prejudicada.

Convém também esclarecer que o desconto do estado só é verdadeiramente de 50% numa das três opções que os bancos vendem. A de menor capacidade e muito limitada para a maior parte das situações.

Tememos que o mau trabalho deste programa defraude expectativas dos consumidores, por más soluções, com equipamentos medíocres e instalações a granel.

Um dos problemas que tem sido apontado a este tipo de sistema, prende-se com o factor estético. De que forma considera que pode ser contornado?

A qualidade estética dos equipamentos depende de nós. E, no nosso caso, propomos diferentes soluções para responder da melhor forma a este aspecto. Em relação à integração arquitectónica, os clientes finais e os profissionais de projecto e instalação estão cada vez mais sensibilizados para conciliar os aspectos técnicos com os estéticos. Aí, há muito para andar, mas estamos no bom caminho.


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